Descobri, na frialdade da ciência,
A incapacidade de compreender
Esta angústia, que me desatina.
É este feixe de luz, e de dúvida,
Enclausurado em eterna reflexão.
Tanto sinto, que não penso.
Tanto penso, que não entendo.
Tanto entendo, que sinto.
É a minha dádiva, o meu karma:
O paradoxo, a dualidade, o equilíbrio.
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