Viajando por um mundo
De infinita poesia
Vi o mestre
Em sua serena natureza,
Guardando rebanhos,
Imerso em seu próprio paradoxo
De pensar em não pensar.
Ouvi Reis e suas odes,
Latinistas,
Monárquicas,
Eruditas.
Vi Reis e seus fascínios
Árcades,
De simplicidade construída,
Forjada em intelecto.
Revisitei Lisboa,
Vislumbrei grandes obras,
Vi a exaltação à modernidade
E às máquinas.
Vi a decadência,
Visitei a Tabacaria,
Regressei ao lar,
Vi a reinvenção da glória
E do sebastianismo.
Vi poetas míticos,
E poetas angustiados.
Vi multiplicidade
E suas contradições.
Vi as diferentes nuances,
Das diferentes pessoas,
Simultaneamente distintas e iguais.
São todas a mesma pessoa.
São todas o mesmo Pessoa.
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