Conformado em sua conforto,
Confortado em suas normas,
Regulado pela moral,
Moralmente antiética.
Argumenta pelo não querer,
Quando este não é escusa.
Quebra o decoro social,
Quebra o silêncio,
Cala a razão,
Fundamenta o ócio,
E o descaso.
Tudo uma questão de ética,
E estética.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Por Escrever
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O Sol e a Lua
Uns tem luz própria,
Outros a refletem,
Mas ainda assim
Iluminam,
Mesmo que suavemente.
Pense em mim e verá
Que sou não o sol,
Mas a suave luz da lua,
Intermitente na parte,
Perene no todo,
No tempo.
Mesmo escondido,
Ou apagado,
Estarei sempre lá.
(hehehe....trocadilhos)
Outros a refletem,
Mas ainda assim
Iluminam,
Mesmo que suavemente.
Pense em mim e verá
Que sou não o sol,
Mas a suave luz da lua,
Intermitente na parte,
Perene no todo,
No tempo.
Mesmo escondido,
Ou apagado,
Estarei sempre lá.
(hehehe....trocadilhos)
terça-feira, 5 de outubro de 2010
f(d)
Há quem pense na distância
Como uma imposição física,
Com consequências metafísicas.
Há quem pense na distância
Como uma variável física,
Necessária ao equilíbrio.
Como uma imposição física,
Com consequências metafísicas.
Há quem pense na distância
Como uma variável física,
Necessária ao equilíbrio.
Metonímia Social
Eis o indivíduo,
E sua opinião.
Ele vaga no mundo
Dos conflitos entre homens,
E da liberdade entre aspas.
Pensa na vontade de fazer
O moralmente proibido:
É bom, mas ele não pode,
Ele quer, mas não pode.
O indivíduo social,
Preso no livre arbítrio,
Mascarado em sua timidez
De escolher o bom para o outro,
Insaciado de seu desejo
De ser aquilo que outro é.
Que é a parte social
Em meio ao todo,
Senão um ente que fala
No futuro do pretérito?
E sua opinião.
Ele vaga no mundo
Dos conflitos entre homens,
E da liberdade entre aspas.
Pensa na vontade de fazer
O moralmente proibido:
É bom, mas ele não pode,
Ele quer, mas não pode.
O indivíduo social,
Preso no livre arbítrio,
Mascarado em sua timidez
De escolher o bom para o outro,
Insaciado de seu desejo
De ser aquilo que outro é.
Que é a parte social
Em meio ao todo,
Senão um ente que fala
No futuro do pretérito?
sábado, 21 de agosto de 2010
The Best Is Yet To Come

Dançam os dedos,
Vibram as cordas
E os tímpanos.
Notas distorcidas,
Limpas,
Sujas,
Aveludadas,
Gritantes,
Alucinantes,
Vibrantes.
Mistura às batidas
Do bumbo
Cadenciado,
E do coração
Aritmado.
Vibram as cordas
Em uníssono,
Vocais agora,
De multidões.
Talvez um pensamento,
Agora,
Mas logo
Uma lembrança.
Será a última
E inesquecível.
O show continua.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
ISO 100
Poesia em cores
E luzes,
Tão rápido
Que se escreve
Que nem o pensamento
Concretiza a idéia,
E se tem
tudo pronto,
Gravado a luz
E haletos de prata.
19 de Agosto: Dia Mundial da Fotografia
E luzes,
Tão rápido
Que se escreve
Que nem o pensamento
Concretiza a idéia,
E se tem
tudo pronto,
Gravado a luz
E haletos de prata.
19 de Agosto: Dia Mundial da Fotografia
Lavoisier
Planeta em rotação,
Eterna rotina,
Eterno ciclo vicioso
Da conservação de massa.
Rotina de transformação,
Tudo muda,
Mas tudo continua igual,
Em outro lugar.
Rotina da transmutação,
Destruição,
Rearranjo,
Reconstituição.
Um ciclo
De três pontas.
Reciclagem.
Eterna rotina,
Eterno ciclo vicioso
Da conservação de massa.
Rotina de transformação,
Tudo muda,
Mas tudo continua igual,
Em outro lugar.
Rotina da transmutação,
Destruição,
Rearranjo,
Reconstituição.
Um ciclo
De três pontas.
Reciclagem.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Vilania
Falta-me, às vezes,
A vontade
De simplesmente ser.
Não que não queira viver,
Mas entediado.
Sinto-me morto.
Amaldiçôo-a,
Vil preguiça.
A vontade
De simplesmente ser.
Não que não queira viver,
Mas entediado.
Sinto-me morto.
Amaldiçôo-a,
Vil preguiça.
Temas
Sei lá.
Simples assim.
Vontade fluente,
Realização estagnada.
Falta o concretizar.
Talvez seja isso.
Não quero concreto,
Quero, pois, o vago.
Essa vaguidez,
Ora polida, ora bruta,
Mas que faz pensar,
E sentir, quem sabe.
O concreto está,
E é,
Vazio de interpretações.
Às vezes, ser físico,
Ou o ser físico,
Incomoda.
Ser exato o tempo todo cansa.
Faltam-me as digressões mentais,
As epifanias.
Faltam-me os transcendentais,
E incríveis pensamentos.
Sinto-me em outro eu.
Simples assim.
Vontade fluente,
Realização estagnada.
Falta o concretizar.
Talvez seja isso.
Não quero concreto,
Quero, pois, o vago.
Essa vaguidez,
Ora polida, ora bruta,
Mas que faz pensar,
E sentir, quem sabe.
O concreto está,
E é,
Vazio de interpretações.
Às vezes, ser físico,
Ou o ser físico,
Incomoda.
Ser exato o tempo todo cansa.
Faltam-me as digressões mentais,
As epifanias.
Faltam-me os transcendentais,
E incríveis pensamentos.
Sinto-me em outro eu.
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